Diário de um Submisso V: A Noite Parte I

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Esse conto faz parte da série de contos Diário de um submisso e é a continuação direta do conto Diário de Um Submisso IV: A Libertação. Não deixe de conferir as outras partes do conto.

Penetrei Nádia com vontade, e ela gemia alto de prazer. Era visível que ela desfrutava daquilo tanto quanto eu, apesar de ainda parecer um pouco estranho ser o DOM de alguém. Mas aquilo não iria me impedir de ter prazer com ela, não quando aquela alma suplicava por um mestre que a dominasse porém respeitando seus limites, enquanto seus gemidos de prazer tomavam o quarto, já que a mordaça não deixava ela falar e eu só podia imaginar o que ela estava dizendo...

Cheguei ao ponto que não conseguia mais segurar e, em uma fração de segundos, retirei meu pênis de dentro dela e gozei com vontade em seu corpo. Ela ainda arfava e gemia, porém continuava imóvel mesmo com meu "banho" no corpo dela. Finalizei meu ato com um belo tapa na bunda de Nádia, que gemeu algo que eu não consegui entender. Ficamos assim com as respirações pesadas que tomavam o quarto até recuperar nossos fôlegos. Soltei a algema e ordenei à Nádia: "Vá se limpar".

"Obrigada, meu mestre." ela sussurrou antes de nos beijarmos...

Antes que ela conseguisse se afastar, corri atrás dela para o banheiro e ordenei que ela entrasse no chuveiro, algo que ela obedeceu prontamente. Soltei gentilmente a mordaça, e comecei a ensaboar o corpo dela, de forma gentil principalmente na bunda ainda marcada da punição. Ela permanecia imóvel e em silêncio, ainda submissa a mim. "Pode sair do papel", comentei.

Como um estalo, a personalidade de Nádia mudou para a mulher que conheci antes. Sua versão submissa deu espaço a mulher de antes, que me abraçou com vontade e força enquanto a agua morna escorria pelos nossos corpos unidos. "Obrigada, meu mestre." ela sussurrou antes de nos beijarmos.

Ainda com nossos corpos úmidos, fomos novamente para a cama. Nádia me jogou no colchão e antes que eu conseguisse pensar em algo ela começou a me cavalgar com força e vontade. Apesar de não ser uma situação de dominação, ficava claro que ela estava no controle da situação naquele momento. E assim ela pulava, gritava e gozava. E, antes que eu pudesse pensar em algo, ela jogou algo melado em meu pênis e estava chupando ele como se fosse um picolé.

E novamente banhando seu corpo com meu sêmen...

De longe aquele foi o melhor sexo oral que eu já ganhei na minha vida, não sei o que ela passou mas com certeza era algo daquela bolsa preta. Eu sentia quente, frio e vibrar, as vezes alternando entre eles, as vezes todos de uma vez em uma explosão de prazer. Só consegui avisar rapidamente que ia gozar, para presenciar Nádia tirando a boca e novamente banhando seu corpo com meu sêmen, uma cena que não vai sair da minha memória tão cedo.

Novamente fomos para o banho, que seguiu normalmente sem outro final feliz. Vestimos nossas roupas e, apesar do convite para passar a noite ali tomei meu caminho para casa, ainda não era tão tarde quanto eu imaginava. E, quando estava no caminho de casa, recebi uma mensagem no celular que me paralisou por completo, era ela, minha senhora, minha DOM. Eram apenas quatro palavras, que tinham um extremo poder hipnótico para mim: "No meu apartamento, agora.".

Continua...

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